A esta hora, num qualquer jardim zoológico na China, a proteína processada sedimenta-se no "ser" de um leão.

Horas antes esta proteína agora processada era parte de um outro ser vivo: uma cabra. Se não repararam no texto anterior, aqui fica uma chamada de atenção para uma notícia importante.

Na China, actualmente, explora-se uma nova forma de entretenimento. Os visitantes do jardim zoológico são convidados a conhecer as cabras que serão utilizadas para alimentar os leões - as crianças são incentivadas a acariciar e alimentar as cabras.

No tal texto que referi acima é feito um relato doloroso, mostrando imagens das cabras a serem atiradas, ainda vivas, para o fosso dos leões.

Este texto, bastante extenso, continua com descrições que, garanto, não cessarão de surpreender (e horrorizar) aqueles que o lerem.

Isto leva-nos à questão do final dos tempos. Não tanto sobre o como poderá ele ser, mas antes pelo que fez que com que o final dos tempos se tornasse merecido.

Criticamos os distintos romanos porque tinham espectáculos selvagens e cruéis - também envolvendo animais. Criticamo-los pelas lutas de gladiadores e por terem lançado cristãos às feras.

 

Nada mudou, tirando os 2000 anos que se passaram entretanto. Actualmente continua a ser apreciado por muitos uma demonstração de selvajaria, de crueldade ou de humilhação sempre que a oportunidade o proporcione.

O que se passa na China, não se passa só na China. Passa-se em todo o lado, onde a materialização em detrimento da espiritualização, tem ganho terreno, preparando-se para a derradeira batalha da qual saírá vencedora.

Chegadas serão as horas em que o Espírito deveras morrerá.

Algures no caminho a Humanidade perdeu-se. Tenho tentado perceber, sem grande sucesso, o ponto exacto onde se perdeu. Por vezes acredito que se perdeu já nos tempos da Atlântida.

Mas perdeu-se mesmo, como perder-se deveria.

Ciclos. É disso que estou a falar; a doutrina das quatro idades. Na verdade, é suposto nesta altura as coisas serem muito parecidas com o que são. Caminhamos para o fim deste ciclo mas isso, é uma coisa boa.

Os sinais económicos e sociais foram vistos. Os sinais metereológicos foram vistos. Parece-me bem encaminhado.É um bocado dramática esta questão do final dos tempos seja ele como for. Mas insisto, é uma coisa boa.

Se a doutrina das quatro idades fosse o ciclo das estações, estaríamos no Inverno, mas em breve seria Primavera e isso é uma coisa boa.

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